sábado, 9 de abril de 2011

SITE: Na verdade, indico o blog O Diário de um Acreano (que é um carioca, melhor um "acrioca"))

O Blog é http://diariodeumacreano.zip.net. É um blog massa, de um carioca que vivenciou o Acre ribeirinho por sete anos, tornando-se assim um "Acrioca". Vale o prazer de ler as vivências do Felipe, esse cara gente boa aí da foto abaixo:

ECONOMIA: Ribeirinhos, desenvolvimento e a sustentabilidade possível


O texto abaixo é da Professora Josélia Gomes Neves,  

da Universidade Federal de Rondônia - Campus de Ji-Paraná -Departamento de Ciências Humanas e Sociais – Curso de Pedagogia.Maio de 2006. Porto Velho. Rondônia. Brasil, disponível em http://www.partes.com.br/socioambiental/ribeirinhos.asp


Ribeirinhos, desenvolvimento e a sustentabilidade possível
Por Josélia Gomes Neves
publicado originalmente em 2005 e republicado em 19/03/2008

Por via prazerosa, o homem da Amazônia percorre pacientemente as inúmeras curvas dos rios, ultrapassando a solidão de suas várzeas pouco povoadas e plenas de incontáveis tonalidades de verdes, da linha do horizonte que parece confinar com o eterno, da grandeza que envolve o espírito numa sensação de estar diante de algo sublime... (Loureiro, 1995, p. 59).

RESUMO: Este texto pretende estabelecer uma reflexão sobre a população tradicional identificada como ribeirinha, povos habitantes da Amazônia, articulando a sua existência a possíveis alternativas de desenvolvimento, considerando o contexto em que estão inseridos e do que é possível produzir, num processo que leve em conta a sua relação com a natureza.



Palavras-chave: Ribeirinho. Desenvolvimento. Amazônia e Sustentabilidade.

MEMÓRIA VIVA: S. Tota, ribeirinho, extrativista, seringueiro.

S. Tota, ribeirinho, extrativista. Fala da sua vida como seringueiro no Acre.

http://www.youtube.com/watch?v=R72-GAj3XeU

DESTRUIÇÃO: Comunidades ribeirinhas do Amazonas ameaçadas

Com açucar e com afeto à Ministra Ana Hollanda
Com açúcar e com afeto
À Excelentíssima Ministra Ana Holanda

c/c Procuradoria da Republica no Estado do Amazonas e movimento socioambiental

Como nenhum dos membros da Comitiva do Governo do Estado do Amazonas, liderada por Sinésio Campos, que visitou à Ministra no dia 07/04/2011 para irracionalmente requerer a redução da área de tombamento do Encontro das Águas participou dos estudos científicos e de conhecimentos tradicionais, dos levantamentos de campo e das discussões comunitárias para a conservação do Encontro das Águas, repassamos abaixo alguns dos produtos do movimento socioambiental para subsidiar as ações deste Ministério em prol da conservação deste Patrimônio.

É uma lástima que o Governo do Estado do Amazonas, inclusive a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS) e o IPHAN-AM ainda não tomaram para si a missão e a honra de conservar e recuperar a região do Encontro das Águas. Ao invés disso, coliga com empreendimentos impactantes e abandona a toda sorte de degradação a região do Encontro das Águas, que após o Tombamento em 04/11/2010 é submetida continuamente a novos desmatamentos e poluições sem que haja sequer fiscalização dos órgãos locais competentes.

Por favor leia:

Por que o polígono de tombamento do Encontro das Águas tem que ser ampliado e não reduzido?

Quais os impactos socioambientais do Porto das Lajes?


O que as comunidades locais querem para o Encontro das Águas:


Atenciosamente,

Movimento SOS Encontro das Águas

sexta-feira, 8 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ECONOMIA: Mercado do Ver-o-Peso, em Belém do Pará. É para lá que vai a produção de comunidades ribeirinhas

Abaixo publico a fotoreportagem sobre o Mercado do Ver-o-Peso em Belém do Pará, maior feira livre da América Latina. E é para lá que é escoada a produção de muitos ribeirinhos do Pará e até do Amapá. É, portanto, um local muito importante para a economia das comunidades ribeirinhas.



Cartão postal de Belém se enfeita para festejar mais um aniversário


O Ver-o-Peso, símbolo de Belém por excelência, está completando aniversário. São 380 anos de história, escrita diariamente pelo vaivém de vendedores e compradores, num comércio de frutas, peixes e ervas que remonta ao início da cidade. São muitos cheiros, cores e sons identificados por quem transita ali mas, principalmente, por quem abre a janela de casa e tem esse cartão-postal como paisagem.
Doca do Porto de Belém, ao lado do Forte do Castelo, quem visita Belém não pode deixar de conhecer o famoso mercado a céu aberto. É lá que a cidade acorda há mais de três séculos, com a chegada dos barcos, bem cedinho.
Sua origem data da segunda metade do século XVII. Em 27 de março de 1687, quando resolveram estabelecer um rígido controle alfandegário na Amazônia, os portugueses criaram um posto de fiscalização e tributos - a casa do Haver-o-Peso. Uma balança e um funcionário público mediavam as transações comerciais da época.
Os tempos passaram e a feira, onde se vende e compra de tudo, continua sendo o mais bonito cartão postal de Belém. O Ver-o-Peso é uma mistura de um passado que continua vivo, com um presente cheio de inovações que tentam adentrar naquele mundo. Começou com um ancoradouro simples, onde embarcações de todo mundo aportavam na Baía do Guajará, formada pelos rios Guamá, Moju e Acará. Atualmente ali encostam tanto os barcos de pesca quanto as pequenas canoas.

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010 Feira do Açaí no Ver-o-peso pela acordando a cidade


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014 Farinha de Mandioca(amarela) e de Tapioca(branca)


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016 Porquinho a vendo (olha aí Kelsen)


Mandingas, encantarias e remédios para todos os males são uma atração a parte na maior feira-livre do Brasil. As mandingueiras, chamadas de bruxas por muitos, são mulheres que vivem de misturar ervas, perfumes e pedaços de animais, criando "poções mágicas".

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020 Cupuaçu


021 Açaí in natura


022 Preparo do Açaí


023 Preparado para comer 


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025 Camarão


026 Tucupí


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028 Cordão do Peixe-boi no Carnaval de Belém


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PARABÉNS VER-O-PESO

Fonte das imagens: Panoramio, Webshots e Flickr (Coletada apenas imagens que estavam disponíveis)
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