domingo, 14 de abril de 2013

Ajude a Barca das Letras a navegar da Amazônia até a Bolívia

Ajude a Barca das Letras a navegar até a Bolívia, no 1º Congresso Latinoamericano Cultura Viva Comunitária
Querid@ amig@, precisamos da sua colaboração financeira(R$) para levar a nossa Biblioteca Itinerante Barca das Letras, o palhaço Ribeirinho e a Cultura Viva das comunidades ribeirinhas da Amazônia até La Paz(Bolívia), para participar do I Congresso Latinoamericano de Cultura Viva Comunitária, que ocorrerá de 17 a 22 de maio de 2013.
 
Estamos utilizando o sistema de financiamento coletivo(crowdfundig) por meio do site Alteridade(http://alteridade.com/) do amigo e idealizador dos Pontos de Cultura, o Celio Turino. Funciona assim, para cada contribuição financeira que você dá(R$30,00 ou R$100,00 ou R$300,00 ou R$800,00 ou R$1.500,00), você receberá uma recompensa, caso a meta de R$6.000,00 seja alcançada nos próximos 20 dias. Não conseguindo atingir, sua contribuição será devolvida integralmente.
 
Então vamos lá, contamos muito com todos vocês que já participaram ou participam fazendo doações de livros; como voluntários; recebendo ações da Barca das Letras em seu município; que curtem e sempre compartilham com os amigos as ações da Biblioteca Itinerante Barca das Letras, por um mundo melhor, mais humano, justo e solidário, com muita leitura e cultura viva comunitária para tod@s, da Amazônia à La Paz!!!
 
Assista o vídeo-explicativo e contribua:
 
 
Mui grato antecipadamente pela sua gentileza!!! Nossas amadas crianças ribeirinhas, quilombolas, agroextrativistas, indígenas, pescadores artesanais já beneficiadas nestes cinco anos de trabalho voluntário e amoroso, agradecem e engrandecem!!!

sábado, 30 de março de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Brincadeiras em uma comunidade ribeirinha amazônica

 Resumo: A pesquisa objetivou descrever as brincadeiras em uma comunidade amazônica, relacionando-as ao contexto ribeirinho e ao seu modo de vida. Utilizaram-se como instrumentos o inventário sociodemográfico e o espontâneo de brincadeiras, a observação naturalística e notas de campo. Participaram da pesquisa 22 famílias, sendo 125 moradores, 66 crianças/adolescentes e 59 adultos. Inicialmente, caracterizou-se a comunidade, identificando os espaços físicos utilizados para brincadeiras, vinculados aos contextos sociais mais amplos. Verificou-se que as brincadeiras expressavam uma cultura tipicamente ribeirinha, influenciadas pela fauna e flora, representando temas domésticos e aspectos ligados ao meio de subsistência. Apesar de a barreira imposta pela floresta e pelo rio limitar o contato entre pares e priorizar as interações no contexto familiar, a cultura infantil apresenta-se ativa, criando estratégias de encontros sociais, como no caso do espaço escolar e do campo de futebol. Conclui-se que a cultura ribeirinha, aliada aos contextos tipicamente amazônicos, propicia modos de brincar diferenciados e específicos.

Autores: Daniela Castro Reis, Eline Freire Monteiro, Fernando Augusto Ramos Pontes, Simone Souza da Costa Silva

Disponível na íntegra em:
Revista Psicologia - Teoria e Prática
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/ptp/article/view/2649

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

1ª EMBARCAÇÃO DE SAÚDE VAI PARA O AMAZONAS

A UBS fluvial pretende atender aproximadamente 12 mil pessoas que vivem em 230 comunidades ribeirinhas - Foto: Reprodução
O Município de Borba (AM) é o primeiro a receber uma Unidade Básica de Saúde Fluvial construída com recursos federais para atender a população ribeirinha.

A Unidade vai atender 12 mil pessoas em 230 comunidades que vivem às margens dos rios Madeira, Madeirinha, Autaz-Açu, Canumã, Abacaxis e Sucunduri.
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Saiba como conseguir unidades através do Programa de Construção de Unidades Básicas de Saúde Fluviais:
 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Mostra reúne obras de fotográfos sobre ribeirinhos


Mostra reúne obras de fotográfos sobre ribeirinhos (Foto: Elza Lima/Divulgação)
(Foto: Elza Lima/Divulgação)

Segue em cartaz até o dia 30 de janeiro a exposição ‘A inocência dos rios’, que reúne trabalhos de nove fotógrafos paraenses: Alexandre Lima, Ana Morkazel, Débora Flor, Deborah Cabral, Elza Lima, Evna Moura, Jeyson Martins, Jonise Nunes, Paula Sampaio, Rafael Araújo, Tarso Sarraf e Valério Silveira. Juntos, eles registraram cenas das crianças nativas da região amazônica, nascidas e criadas nas palafitas à beira dos rios, e sua relação com as paisagens naturais.

A mostra realizada pelo Governo do Estado por meio da Organização Pará 2000 e Secult com a curadoria do diretor do Memorial Amazônico da Navegação, Emanuel Franco.

As imagens ilustram painéis espalhados por todo o Armazém do Tempo, e os visitantes também podem conhecer os brinquedos criados por artesãos das comunidades ribeirinhas. ‘A inocência dos rios’ é parte da programação de Natal do Mangal das Garças, assim como sua realização é um evento de comemoração de seu oitavo aniversário, que acontece no dia 12 de janeiro. A exposição fica aberta ao público até o dia 30 de janeiro de 2013.
(Diário do Pará)

fonte:  http://ht.ly/gn39x

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Barca das Letras concorrendo ao Prêmio Anu 2013 da CUFA

O Prêmio é uma celebração que premia ações que acontecem dentro de comunidades carentes e que beneficiem e favoreçam a melhoria de vida dos moradores desses territórios.

Comunidade São Tomé do Rio Macacoari (Itaubal/Amapá)

A Biblioteca Itinerante Barca das Letras foi indicada para o Prêmio Anu 2013 da Central Única das Favelas(CUFA), concorrendo com mais quatro projetos do Amapá, aonde a Barca das Letras nasceu e vem crescendo!!! Idealizada e coordenada pelo arte-educador amapaense Jonas Banhos, a biblioteca navega por rios, comunidades ribeirinhas(quilombolas, agroextrativistas, indígenas, agricultores familiares, pescadores) do Amapá desde 2008, democratizando o acesso ao livro, à leitura e à literatura com crianças que vivem às margens de rios, igarapés, lagos, igapós amazônicos. Durante cada intervenção da Barca das Letras são desenvolvidas diversas atividades lúdicas(distribuição de livros, revistas e gibis; rodas de leitura; art&recilcagem; cantigas de roda; animação com o Palhaço Ribeirinho na Rádia Megafônica NossaCasa; oficina de fotografia; Lixo Cultural Sonoro; cinema animado com pipoca; pintação do sete; brincadeiras educativas; banhos de rio; exposição fotográfica) com o objetivo de atrair a criançada para o mundo mágico da leitura.


Comunidade Carmo do Rio Macacoari(Itaubal/Amapá)
Para Jonas Banhos, "a indicação ao Prêmio Anu 2013 é um coroamento aos quase cinco anos de muito trabalho feito por vários voluntários e doadores do Amapá, Pará, Roraima, Maranhão, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, que acreditam na nossa proposta de que a leitura prazerosa pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida de nossas amadas crianças ribeirinhas, e, consequentemente, para ajudar futuramente na preservação da nossa casa Amazônia, fixando-as em suas próprias comunidades, mantendo suas culturas tradicionais. A simples escolha para concorrer ao Prêmio Anu já é um grande presente às nossas afetuosas crianças que vivem às margens dos rios da Amazônia amapaense, muitas invisíveis aos olhos dos que vivem nas cidades, sobretudo, os governantes. O prêmio é pra elas, sem dúvida, atores principais desta linda e amorosa história toda!"

O Prêmio Anu 2013 é uma celebração que premia ações que acontecem dentro de comunidades carentes e que beneficiem e favoreçam a melhoria de vida dos moradores desses territórios. O prêmio Anu busca revelar aqueles que, apesar das dificuldades, interferem diretamente no dia a dia de suas comunidades com iniciativas para promoção do bem estar geral na busca de uma real integração social. A votação popular on line para escolha da melhor ação estadual(Anu Dourado) fica aberta até 30 de dezembro pelo site http://www.premioanu.com.br/projeto_voto.php?est=AP. No dia 31 de dezembro de 2012 será divulgada a melhor ação de cada estado. Os vencedores do Prêmio Anu serão convidados a participar da festa de entrega do Prêmio no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro.
Fonte: NossaCasa de Cultura e Cidadania


Para mais informações:
Jonas Banhos (face)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Seminário discute assistência social para populações tradicionais do Pará

    Para debater o "Olhar da Assistência Social sobre as Populações Tradicionais da Amazônia Paraense", a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) promove até a próxima sexta-feira (30) um seminário com profissionais da instituição e representantes de outros segmentos, a fim de qualificar a equipe para o processo de monitoramento das ações da política de assistência social no Estado. Aberto nesta quarta-feira (28), o evento reúne cerca de 40 técnicos da Seas e representantes da sociedade, no Hotel Beira Rio.
A secretária adjunta da Seas, Meive Piacesi, abriu o seminário destacando a importância dessa iniciativa para os técnicos da área de assistência social. “Este é o momento de discutir e adequar o atendimento às populações tradicionais, de modo que os municípios cheguem às demandas do Estado, que possui especificidades, entre as quais a população tradicional”, ressaltou.
Populações tradicionais são caracterizadas como grupos culturamente diferenciados e que reconhecem suas pecualiaridades, possuindo formas próprias de organização social. Esse segmento ocupa territórios e utiliza recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, além de conhecimentos, inovações e práticas geradas e transmitidas de forma tradicional. No Pará, as populações tradicionais encontradas em maior número são indígenas, quilombolas, ribeirinhos, caboclos e extrativistas.
História e conceitos - Durante a manhã foi apresentada a palestra o "Panorama das Populações Tradicionais da Amazônia Paraense", por Ruth Helena Almeida, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Ela abordou o histórico, os conceitos e as políticas públicas voltadas às populações tradicionais. Dados de 2010, levantados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), apresentados na palestra, mostram que o Pará tem 50 mil indígenas, 305 comunidades quilombolas e 118 municípios com áreas ribeirinhas.
Segundo a diretora de Assistência Social da Seas, Rosiane Souza, “o seminário é a materialização de uma necessidade do governo, que é o olhar específico para essa parcela da população”. Ainda de acordo com a diretora, o seminário será realizado novamente em 2013 com representantes dos municípios, para orientá-los sobre como chegar a esses territórios e atender às populações. O seminário vai discutir as diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (Suas) a partir das especificidades do Pará.
No primeiro dia, o seminário contou com a participação de representantes dos Conselho Estaduais de Assistência Social (Ceas), da Criança e do Adolescente (Cedca) e da Pessoa com Deficiência (CEDPD), Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).


Texto:
Inara Soares - Seas
Fone: (91) 3219-6304 / (91) 8215-8555
Email: inarasoares@hotmail.com

Secretária de Estado de Assistência Social
Av. Governador José Malcher, 1018 - Nazaré - Belém - Pará CEP.: 66055-260
Fone: (91) 3219-6304
Site: www.pa.gov.br Email: seas.gab@seas.pa.gov.br