segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Mostra reúne obras de fotográfos sobre ribeirinhos


Mostra reúne obras de fotográfos sobre ribeirinhos (Foto: Elza Lima/Divulgação)
(Foto: Elza Lima/Divulgação)

Segue em cartaz até o dia 30 de janeiro a exposição ‘A inocência dos rios’, que reúne trabalhos de nove fotógrafos paraenses: Alexandre Lima, Ana Morkazel, Débora Flor, Deborah Cabral, Elza Lima, Evna Moura, Jeyson Martins, Jonise Nunes, Paula Sampaio, Rafael Araújo, Tarso Sarraf e Valério Silveira. Juntos, eles registraram cenas das crianças nativas da região amazônica, nascidas e criadas nas palafitas à beira dos rios, e sua relação com as paisagens naturais.

A mostra realizada pelo Governo do Estado por meio da Organização Pará 2000 e Secult com a curadoria do diretor do Memorial Amazônico da Navegação, Emanuel Franco.

As imagens ilustram painéis espalhados por todo o Armazém do Tempo, e os visitantes também podem conhecer os brinquedos criados por artesãos das comunidades ribeirinhas. ‘A inocência dos rios’ é parte da programação de Natal do Mangal das Garças, assim como sua realização é um evento de comemoração de seu oitavo aniversário, que acontece no dia 12 de janeiro. A exposição fica aberta ao público até o dia 30 de janeiro de 2013.
(Diário do Pará)

fonte:  http://ht.ly/gn39x

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Barca das Letras concorrendo ao Prêmio Anu 2013 da CUFA

O Prêmio é uma celebração que premia ações que acontecem dentro de comunidades carentes e que beneficiem e favoreçam a melhoria de vida dos moradores desses territórios.

Comunidade São Tomé do Rio Macacoari (Itaubal/Amapá)

A Biblioteca Itinerante Barca das Letras foi indicada para o Prêmio Anu 2013 da Central Única das Favelas(CUFA), concorrendo com mais quatro projetos do Amapá, aonde a Barca das Letras nasceu e vem crescendo!!! Idealizada e coordenada pelo arte-educador amapaense Jonas Banhos, a biblioteca navega por rios, comunidades ribeirinhas(quilombolas, agroextrativistas, indígenas, agricultores familiares, pescadores) do Amapá desde 2008, democratizando o acesso ao livro, à leitura e à literatura com crianças que vivem às margens de rios, igarapés, lagos, igapós amazônicos. Durante cada intervenção da Barca das Letras são desenvolvidas diversas atividades lúdicas(distribuição de livros, revistas e gibis; rodas de leitura; art&recilcagem; cantigas de roda; animação com o Palhaço Ribeirinho na Rádia Megafônica NossaCasa; oficina de fotografia; Lixo Cultural Sonoro; cinema animado com pipoca; pintação do sete; brincadeiras educativas; banhos de rio; exposição fotográfica) com o objetivo de atrair a criançada para o mundo mágico da leitura.


Comunidade Carmo do Rio Macacoari(Itaubal/Amapá)
Para Jonas Banhos, "a indicação ao Prêmio Anu 2013 é um coroamento aos quase cinco anos de muito trabalho feito por vários voluntários e doadores do Amapá, Pará, Roraima, Maranhão, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, que acreditam na nossa proposta de que a leitura prazerosa pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida de nossas amadas crianças ribeirinhas, e, consequentemente, para ajudar futuramente na preservação da nossa casa Amazônia, fixando-as em suas próprias comunidades, mantendo suas culturas tradicionais. A simples escolha para concorrer ao Prêmio Anu já é um grande presente às nossas afetuosas crianças que vivem às margens dos rios da Amazônia amapaense, muitas invisíveis aos olhos dos que vivem nas cidades, sobretudo, os governantes. O prêmio é pra elas, sem dúvida, atores principais desta linda e amorosa história toda!"

O Prêmio Anu 2013 é uma celebração que premia ações que acontecem dentro de comunidades carentes e que beneficiem e favoreçam a melhoria de vida dos moradores desses territórios. O prêmio Anu busca revelar aqueles que, apesar das dificuldades, interferem diretamente no dia a dia de suas comunidades com iniciativas para promoção do bem estar geral na busca de uma real integração social. A votação popular on line para escolha da melhor ação estadual(Anu Dourado) fica aberta até 30 de dezembro pelo site http://www.premioanu.com.br/projeto_voto.php?est=AP. No dia 31 de dezembro de 2012 será divulgada a melhor ação de cada estado. Os vencedores do Prêmio Anu serão convidados a participar da festa de entrega do Prêmio no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro.
Fonte: NossaCasa de Cultura e Cidadania


Para mais informações:
Jonas Banhos (face)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Seminário discute assistência social para populações tradicionais do Pará

    Para debater o "Olhar da Assistência Social sobre as Populações Tradicionais da Amazônia Paraense", a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) promove até a próxima sexta-feira (30) um seminário com profissionais da instituição e representantes de outros segmentos, a fim de qualificar a equipe para o processo de monitoramento das ações da política de assistência social no Estado. Aberto nesta quarta-feira (28), o evento reúne cerca de 40 técnicos da Seas e representantes da sociedade, no Hotel Beira Rio.
A secretária adjunta da Seas, Meive Piacesi, abriu o seminário destacando a importância dessa iniciativa para os técnicos da área de assistência social. “Este é o momento de discutir e adequar o atendimento às populações tradicionais, de modo que os municípios cheguem às demandas do Estado, que possui especificidades, entre as quais a população tradicional”, ressaltou.
Populações tradicionais são caracterizadas como grupos culturamente diferenciados e que reconhecem suas pecualiaridades, possuindo formas próprias de organização social. Esse segmento ocupa territórios e utiliza recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, além de conhecimentos, inovações e práticas geradas e transmitidas de forma tradicional. No Pará, as populações tradicionais encontradas em maior número são indígenas, quilombolas, ribeirinhos, caboclos e extrativistas.
História e conceitos - Durante a manhã foi apresentada a palestra o "Panorama das Populações Tradicionais da Amazônia Paraense", por Ruth Helena Almeida, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Ela abordou o histórico, os conceitos e as políticas públicas voltadas às populações tradicionais. Dados de 2010, levantados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), apresentados na palestra, mostram que o Pará tem 50 mil indígenas, 305 comunidades quilombolas e 118 municípios com áreas ribeirinhas.
Segundo a diretora de Assistência Social da Seas, Rosiane Souza, “o seminário é a materialização de uma necessidade do governo, que é o olhar específico para essa parcela da população”. Ainda de acordo com a diretora, o seminário será realizado novamente em 2013 com representantes dos municípios, para orientá-los sobre como chegar a esses territórios e atender às populações. O seminário vai discutir as diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (Suas) a partir das especificidades do Pará.
No primeiro dia, o seminário contou com a participação de representantes dos Conselho Estaduais de Assistência Social (Ceas), da Criança e do Adolescente (Cedca) e da Pessoa com Deficiência (CEDPD), Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).


Texto:
Inara Soares - Seas
Fone: (91) 3219-6304 / (91) 8215-8555
Email: inarasoares@hotmail.com

Secretária de Estado de Assistência Social
Av. Governador José Malcher, 1018 - Nazaré - Belém - Pará CEP.: 66055-260
Fone: (91) 3219-6304
Site: www.pa.gov.br Email: seas.gab@seas.pa.gov.br
 

MPF/PA quer fiscalização urgente para evitar que pesca predatória prejudique quilombolas


Uso de malhadeiras e de outros métodos proibidos durante o defeso vêm causando preocupação e revolta nas famílias

Áudio da notícia


O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) solicitou a diversos órgãos ambientais e de segurança que tomem medidas urgentes para evitar a pesca predatória em Santarém, no oeste do Estado. De acordo com comunidades quilombolas da região, a falta de fiscalização está comprometendo a sobrevivência das famílias e causando conflitos entre os moradores e pescadores ilegais.

Assinados pelo procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva, ofícios com pedido para a realização de uma força-tarefa de fiscalização foram encaminhados na última quinta-feira, 4 de outubro, ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e à Secretaria municipal de Meio Ambiente de Santarém.

O MPF/PA também solicitou apoio à Polícia Militar, à Polícia Civil, ao Corpo de Bombeiros e à Marinha, para acompanhamento dos trabalhos dos órgãos ambientais na fiscalização e orientação aos pescadores sobre as regras para o período de defeso. Além da fiscalização nos rios, à Secretaria municipal de Meio Ambiente de Santarém o MPF/PA pediu fiscalização nos mercados locais de venda de pescado, no prazo de 30 dias.

De acordo com depoimentos de representantes da Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS), a situação é crítica nas regiões do Maicá, Ituqui, Tapará e Urucurituba principalmente devido ao uso de malhadeiras e de outros métodos de pesca proibidos durante o defeso.

“Tão grave é a questão que os comunitários noticiam que se organizam para realizar sem o auxílio do estado a fiscalização”, alerta o procurador da República no despacho que deu base aos ofícios encaminhados aos órgãos ambientais e de segurança. “Não se pode admitir que, em um Estado de direito, a autotutela transforme-se na única saída para as populações menos favorecidas e que dependem de atividades como a pesca para sua sobrevivência”.

Nos ofícios aos órgãos ambientais e de segurança pública, o procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva ressalta a importância de que essas instituições atuem em parceria com a as lideranças comunitárias locais, como a FOQS, que têm informações detalhadas sobre as áreas e períodos mais críticos.


Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 3299-0177
ascom@prpa.mpf.gov.br
http://www.prpa.mpf.gov.br
http://twitter.com/MPF_PA
http://www.facebook.com/MPFPara

fonte:
http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_indios-e-minorias/mpf-pa-quer-fiscalizacao-urgente-para-evitar-que-quilombolas-sejam-prejudicados-por-pesca-predatoria

sábado, 6 de outubro de 2012

Eco"banheiros de tonéis" para ribeirinhos da Ilha do Marajó(PA)


"BANHEIROS DE TONÉIS" VIRAM SOLUÇÃO ECOLÓGICA NO MARAJÓ


Laila Garroni

Em um lugar onde pontes são calçadas e frequentes inundações engolem tudo que tem pela frente, o simples ato de ir ao banheiro pode se tornar um desafio. Antes mesmo de ficar doente em uma de suas passagens pela parte mais alagadiça da Ilha de Marajó, em São Sebastião da Boa Vista (PA), e perceber o grave problema de saneamento básico na região, o psicólogo social Rodrigo Braga iniciou uma campanha pela construção de uma alternativa que fosse viável para o local. Sem acesso a encanamentos, fossas ou qualquer outro sistema de esgoto, Braga e o permacultorFernando Normando intalaram "banheiros secos ecológicos". Com a ajuda financeira de amigos e familiares, eles instalaram, desde julho deste ano, dez sanitários. O produto é artesanal, elaborado com tonéis de plástico e a prova d'água. Além de evitar o contato direto das fezes com o rio - usado para banho e pesca dos moradores da região -, o banheiro de tonel transforma todo o resíduo em adubo.

 "É justamente a mesma reação que tem na floresta. Quando um animal faz cocô, caem as folhas por cima, a areia cobre e aquilo vira adubo depois de um tempo. Essa mesma reação que tem na floresta, a gente reproduz dentro do tonel", explicou Braga, que se divide entre a ilha, onde passa a semana trabalhando em um projeto social com adolescentes, e a capital Belém, onde mora, distantes nove horas de barco uma da outra. Ao invés de dar a descarga, o usuário desse tipo de banheiro deposita caroços de açaí, folhas secas e farelos de madeira dentro dos toneis, que demoram de seis a oito meses para encher. Ao chegar no limite, o recipiente fica mais seis meses tampado e condicionado no sol.



http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6154742-EI8139,00-PA+banheiros+de+toneis+viram+solucao+ecologica+na+Ilha+de+Marajo.html





Mineração: a ameaça que vem do subsolo

"O avanço da mineração deve afetar principalmente as comunidades já marginalizadas, como territórios indígenas, quilombolas e pequenos agricultores.  "

 

Mineração: a ameaça que vem do subsolo



05/10/2012

Pedro Rafael Ferreira
de Brasília (DF)


Aumento da mineração causa impactos ambientais - Foto: Pit Pitoca/CC
O governo brasileiro pretende triplicar a exploração mineral do país até 2030. Essa é a meta mais modesta prevista no Plano Nacional de Mineração, aprovado há dois anos, que fala até em multiplicar por cinco a atual produção, distribuída por cerca 3,4 mil minas. Para abrir o caminho da “caça do tesouro”, está sendo gestado na Casa Civil um novo marco regulatório que prevê a abertura de milhares de novas lavras nas próximas décadas. Sem debate público, pouco se sabe sobre o teor da nova legislação, que pode ser apresentada ao Congresso Nacional a qualquer momento. Exatamente por isso, acadêmicos, organizações não governamentais e movimentos sociais temem o agravamento das disputas territoriais e inúmeras consequências ambientais.

O avanço da mineração deve afetar principalmente as comunidades já marginalizadas, como territórios indígenas, quilombolas e pequenos agricultores. “Em termos socioambientais, a atividade extrativa mineral vincula, no geral, uma disputa por território. Normalmente já existe população nos projetos que se iniciam e, quando se fala em triplicar ou até quintuplicar a produção mineral, é a amplitude desses conflitos que estamos falando”, salienta Rodrigo Santos, professor do programa de pós-graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que pesquisa os impactos sociais da mineração no país.

Por que mais mineração?
Assim como o agronegócio, o mercado da mineração é a pedra de toque da balança comercial brasileira. O setor respondeu, em 2011, por 18% da pauta de exportações do país, com mais de 40 bilhões de dólares, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Metade desses produtos tem destino certo, a China, que compra 45% da produção nacional de minérios. “Do ponto de vista macroeconômico, o governo aproveita o ótimo momento desse mercado para vender à beça e, com isso, fazer caixa para seu superávit primário e pagamento da dívida. É mais uma dimensão do modelo econômico nacional, com o país ocupando um lugar no mercado internacional do trabalho, que é ser exportador de commodities”, pontua Bruno Milanez, professor de Engenharia de Produção e Mecânica na UFJF.
A mineração também está sendo fortemente empurrada pela demanda mundial. Segundo Milanez, as estimativas do mercado indicam que o consumo global deve mais que dobrar até 2020. Dono de 10% das reservas de minério de ferro, manganês, alumínio e níquel de todo o planeta, a pressão econômica sobre o Brasil será inevitável.
Mesmo assim, o papel cada vez mais central do país nesse setor pode criar uma dependência perigosa. Isso porque os preços das commodities metálicas sofrem de alta volatilidade. Para se ter uma ideia, a variação de preços no último ano chegou a 30%. “Se a China, eventualmente, tem um baixo crescimento anual e decide diminuir sua importação de minérios, a consequência pode ser o fechamento de mineradoras no Brasil, com forte impacto socioeconômico”, avalia Bruno Milanez. Segundo o professor, a maioria da produção mineral está concentrada entre pequenas e médias empresas, o que agrava a possibilidade de desestabilização.

Problemas socioeconômicos
Se, por um lado, os minérios ajudam a fechar as contas externas do governo, sua participação na produção de riqueza nacional ainda é tímida, não alcança 4% do Produto Interno Bruto (PIB). O número de empregos gerados, cerca de 160 mil diretos, também é ínfimo se comparado a outros setores da economia. Com a perspectiva de expansão da mineração, especialistas começam a enumerar os problemas sociais e ambientais. “Aumento do número de remoção de populações, geração de grandes buracos. Vale dizer a exploração de um produto mineral requer uma movimentação gigantesca de milhões de toneladas de rejeitos”, afirma o advogado Guilherme Zagallo, da rede social Justiça nos Trilhos.
“Estão acabando com modo de vida, é uma ameaça efetiva à reprodução social dessas populações”, examina Rodrigo Santos, professor de Serviço Social da UFJF. Ainda sobre as “graves” implicações sociais dos empreendimentos minerários, o docente exemplifica o caso de Congonhas do Campo (MG), na região conhecida como Quadrilátero Ferrífero, região central do estado. Somente neste município, que detém uma considerável reserva de minério de ferro, atuam cinco mineradoras. “Estive recentemente nessa localidade e pude constatar. A exploração do minério a céu aberto espalha milhares de partículas de ferro no ar. Uma nuvem de poeira que causa graves doenças pulmonares e nos olhos. Esse é um caso representativo”, descreve.
Em regiões de pouca pujança econômica e onde a presença do capital monopolista do minério é forte, tende a ocorrer um fenômeno que os economistas chamam de enclave. “A economia passa a girar em torno desses projetos, que suga todos os recursos, como os aluguéis, os transportes, a educação, tudo passa a funcionar com base no mercado mineral, sem espaço para o florescimento de outras atividades”, explica Rodrigo Santos.
Outro exemplo é Carajás, no Pará, região que depende fortemente da mineração. “Ocorre um influxo populacional muito grande para esses espaços, gerando problemas na oferta de serviços públicos, que não têm capacidade de suportar o aumento de demanda. Há problemas relativos à prostituição, elevação do número de casos de estupro, enfim, coisas que têm sido vistas na implantação de usinas hidrelétricas”, completa Rodrigo.

 http://www.brasildefato.com.br/node/10832

terça-feira, 4 de setembro de 2012

TECNO BARCA - Um Ateliê Galeria Itinerante Sobre a Terra das Águas





Tecno Barca é uma ação realizada por um coletivo de artistas e o Bando Filhotes de Leão (RJ), e consiste em um conjunto de oficinas e outras atividades no arquipélago de Bailique, extremo norte do Brasil, no estado do Amapá, na ilha "Vila Progresso". 
As atividades aconteceram no período de 10 de julho a 10 de agosto de 2012, na Escola Bosque.

fonte: Publicado no em 31/08/2012 por