O cineasta Chico Carneiro produziu uma série de cinco documentários que mostram as diferentes utilizações, na vida cotidiana dos ribeirinhos, dos barcos na Amazônia:
https://www.youtube.com/watch?v=WOk-fKjnClk&noredirect=1
fonte:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=355624194556382&set=a.133934596725344.24776.133913120060825&type=1&theater
Um blog para mostrar o modo de vida e a cultura das comunidades ribeirinhas da Amazônia.
sábado, 30 de março de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Brincadeiras em uma comunidade ribeirinha amazônica
Resumo: A pesquisa objetivou descrever as brincadeiras em uma comunidade amazônica, relacionando-as ao contexto ribeirinho e ao seu modo de vida. Utilizaram-se como instrumentos o inventário sociodemográfico e o espontâneo de brincadeiras, a observação naturalística e notas de campo. Participaram da pesquisa 22 famílias, sendo 125 moradores, 66 crianças/adolescentes e 59 adultos. Inicialmente, caracterizou-se a comunidade, identificando os espaços físicos utilizados para brincadeiras, vinculados aos contextos sociais mais amplos. Verificou-se que as brincadeiras expressavam uma cultura tipicamente ribeirinha, influenciadas pela fauna e flora, representando temas domésticos e aspectos ligados ao meio de subsistência. Apesar de a barreira imposta pela floresta e pelo rio limitar o contato entre pares e priorizar as interações no contexto familiar, a cultura infantil apresenta-se ativa, criando estratégias de encontros sociais, como no caso do espaço escolar e do campo de futebol. Conclui-se que a cultura ribeirinha, aliada aos contextos tipicamente amazônicos, propicia modos de brincar diferenciados e específicos.
Autores: Daniela Castro Reis, Eline Freire Monteiro, Fernando Augusto Ramos Pontes, Simone Souza da Costa Silva
Disponível na íntegra em:
Revista Psicologia - Teoria e Prática
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/ptp/article/view/2649
Autores: Daniela Castro Reis, Eline Freire Monteiro, Fernando Augusto Ramos Pontes, Simone Souza da Costa Silva
Disponível na íntegra em:
Revista Psicologia - Teoria e Prática
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/ptp/article/view/2649
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
1ª EMBARCAÇÃO DE SAÚDE VAI PARA O AMAZONAS
![]() |
A Unidade vai atender 12 mil pessoas em 230 comunidades que vivem às margens dos rios Madeira, Madeirinha, Autaz-Açu, Canumã, Abacaxis e Sucunduri.
...
Saiba como conseguir unidades através do Programa de Construção de Unidades Básicas de Saúde Fluviais:
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Mostra reúne obras de fotográfos sobre ribeirinhos
(Foto: Elza
Lima/Divulgação)
(Diário do Pará)
fonte: http://ht.ly/gn39x
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Barca das Letras concorrendo ao Prêmio Anu 2013 da CUFA
O Prêmio é uma celebração que premia ações que acontecem dentro de comunidades carentes e que beneficiem e favoreçam a melhoria de vida dos moradores desses territórios.
| Comunidade São Tomé do Rio Macacoari (Itaubal/Amapá) |
A Biblioteca Itinerante Barca das Letras foi indicada para o Prêmio Anu 2013 da Central Única das Favelas(CUFA), concorrendo com mais quatro projetos do Amapá, aonde a Barca das Letras nasceu e vem crescendo!!! Idealizada e coordenada pelo arte-educador amapaense Jonas Banhos, a biblioteca navega por rios, comunidades ribeirinhas(quilombolas, agroextrativistas, indígenas, agricultores familiares, pescadores) do Amapá desde 2008, democratizando o acesso ao livro, à leitura e à literatura com crianças que vivem às margens de rios, igarapés, lagos, igapós amazônicos. Durante cada intervenção da Barca das Letras são desenvolvidas diversas atividades lúdicas(distribuição de livros, revistas e gibis; rodas de leitura; art&recilcagem; cantigas de roda; animação com o Palhaço Ribeirinho na Rádia Megafônica NossaCasa; oficina de fotografia; Lixo Cultural Sonoro; cinema animado com pipoca; pintação do sete; brincadeiras educativas; banhos de rio; exposição fotográfica) com o objetivo de atrair a criançada para o mundo mágico da leitura.
| Comunidade Carmo do Rio Macacoari(Itaubal/Amapá) |
O Prêmio Anu 2013 é uma celebração que premia ações que acontecem dentro de comunidades carentes e que beneficiem e favoreçam a melhoria de vida dos moradores desses territórios. O prêmio Anu busca revelar aqueles que, apesar das dificuldades, interferem diretamente no dia a dia de suas comunidades com iniciativas para promoção do bem estar geral na busca de uma real integração social. A votação popular on line para escolha da melhor ação estadual(Anu Dourado) fica aberta até 30 de dezembro pelo site http://www.premioanu.com.br/ projeto_voto.php?est=AP. No dia 31 de dezembro de 2012 será divulgada a melhor ação de cada estado. Os vencedores do Prêmio Anu serão convidados a participar da festa de entrega do Prêmio no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro.
Fonte: NossaCasa de Cultura e Cidadania
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Seminário discute assistência social para populações tradicionais do Pará
- Para debater o "Olhar da Assistência Social sobre as Populações Tradicionais da Amazônia Paraense", a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) promove até a próxima sexta-feira (30) um seminário com profissionais da instituição e representantes de outros segmentos, a fim de qualificar a equipe para o processo de monitoramento das ações da política de assistência social no Estado. Aberto nesta quarta-feira (28), o evento reúne cerca de 40 técnicos da Seas e representantes da sociedade, no Hotel Beira Rio.
A secretária adjunta da Seas, Meive Piacesi, abriu o seminário destacando a importância dessa iniciativa para os técnicos da área de assistência social. “Este é o momento de discutir e adequar o atendimento às populações tradicionais, de modo que os municípios cheguem às demandas do Estado, que possui especificidades, entre as quais a população tradicional”, ressaltou.
Populações tradicionais são caracterizadas como grupos culturamente diferenciados e que reconhecem suas pecualiaridades, possuindo formas próprias de organização social. Esse segmento ocupa territórios e utiliza recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, além de conhecimentos, inovações e práticas geradas e transmitidas de forma tradicional. No Pará, as populações tradicionais encontradas em maior número são indígenas, quilombolas, ribeirinhos, caboclos e extrativistas.
História e conceitos - Durante a manhã foi apresentada a palestra o "Panorama das Populações Tradicionais da Amazônia Paraense", por Ruth Helena Almeida, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Ela abordou o histórico, os conceitos e as políticas públicas voltadas às populações tradicionais. Dados de 2010, levantados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), apresentados na palestra, mostram que o Pará tem 50 mil indígenas, 305 comunidades quilombolas e 118 municípios com áreas ribeirinhas.
Segundo a diretora de Assistência Social da Seas, Rosiane Souza, “o seminário é a materialização de uma necessidade do governo, que é o olhar específico para essa parcela da população”. Ainda de acordo com a diretora, o seminário será realizado novamente em 2013 com representantes dos municípios, para orientá-los sobre como chegar a esses territórios e atender às populações. O seminário vai discutir as diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (Suas) a partir das especificidades do Pará.
No primeiro dia, o seminário contou com a participação de representantes dos Conselho Estaduais de Assistência Social (Ceas), da Criança e do Adolescente (Cedca) e da Pessoa com Deficiência (CEDPD), Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Populações tradicionais são caracterizadas como grupos culturamente diferenciados e que reconhecem suas pecualiaridades, possuindo formas próprias de organização social. Esse segmento ocupa territórios e utiliza recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, além de conhecimentos, inovações e práticas geradas e transmitidas de forma tradicional. No Pará, as populações tradicionais encontradas em maior número são indígenas, quilombolas, ribeirinhos, caboclos e extrativistas.
História e conceitos - Durante a manhã foi apresentada a palestra o "Panorama das Populações Tradicionais da Amazônia Paraense", por Ruth Helena Almeida, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Ela abordou o histórico, os conceitos e as políticas públicas voltadas às populações tradicionais. Dados de 2010, levantados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), apresentados na palestra, mostram que o Pará tem 50 mil indígenas, 305 comunidades quilombolas e 118 municípios com áreas ribeirinhas.
Segundo a diretora de Assistência Social da Seas, Rosiane Souza, “o seminário é a materialização de uma necessidade do governo, que é o olhar específico para essa parcela da população”. Ainda de acordo com a diretora, o seminário será realizado novamente em 2013 com representantes dos municípios, para orientá-los sobre como chegar a esses territórios e atender às populações. O seminário vai discutir as diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (Suas) a partir das especificidades do Pará.
No primeiro dia, o seminário contou com a participação de representantes dos Conselho Estaduais de Assistência Social (Ceas), da Criança e do Adolescente (Cedca) e da Pessoa com Deficiência (CEDPD), Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Secretária de Estado de Assistência Social
Av. Governador José Malcher, 1018 - Nazaré - Belém - Pará CEP.: 66055-260
Fone: (91) 3219-6304
Site: www.pa.gov.br Email: seas.gab@seas.pa.gov.br
Av. Governador José Malcher, 1018 - Nazaré - Belém - Pará CEP.: 66055-260
Fone: (91) 3219-6304
Site: www.pa.gov.br Email: seas.gab@seas.pa.gov.br
MPF/PA quer fiscalização urgente para evitar que pesca predatória prejudique quilombolas
Uso de malhadeiras e de outros métodos proibidos durante o defeso vêm causando preocupação e revolta nas famílias
Áudio da notícia
O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) solicitou a diversos órgãos ambientais e de segurança que tomem medidas urgentes para evitar a pesca predatória em Santarém, no oeste do Estado. De acordo com comunidades quilombolas da região, a falta de fiscalização está comprometendo a sobrevivência das famílias e causando conflitos entre os moradores e pescadores ilegais.
Assinados pelo procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva, ofícios com pedido para a realização de uma força-tarefa de fiscalização foram encaminhados na última quinta-feira, 4 de outubro, ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e à Secretaria municipal de Meio Ambiente de Santarém.
O MPF/PA também solicitou apoio à Polícia Militar, à Polícia Civil, ao Corpo de Bombeiros e à Marinha, para acompanhamento dos trabalhos dos órgãos ambientais na fiscalização e orientação aos pescadores sobre as regras para o período de defeso. Além da fiscalização nos rios, à Secretaria municipal de Meio Ambiente de Santarém o MPF/PA pediu fiscalização nos mercados locais de venda de pescado, no prazo de 30 dias.
De acordo com depoimentos de representantes da Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS), a situação é crítica nas regiões do Maicá, Ituqui, Tapará e Urucurituba principalmente devido ao uso de malhadeiras e de outros métodos de pesca proibidos durante o defeso.
“Tão grave é a questão que os comunitários noticiam que se organizam para realizar sem o auxílio do estado a fiscalização”, alerta o procurador da República no despacho que deu base aos ofícios encaminhados aos órgãos ambientais e de segurança. “Não se pode admitir que, em um Estado de direito, a autotutela transforme-se na única saída para as populações menos favorecidas e que dependem de atividades como a pesca para sua sobrevivência”.
Nos ofícios aos órgãos ambientais e de segurança pública, o procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva ressalta a importância de que essas instituições atuem em parceria com a as lideranças comunitárias locais, como a FOQS, que têm informações detalhadas sobre as áreas e períodos mais críticos.
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 3299-0177
ascom@prpa.mpf.gov.br
http://www.prpa.mpf.gov.br
http://twitter.com/MPF_PA
http://www.facebook.com/MPFPara
fonte:
http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_indios-e-minorias/mpf-pa-quer-fiscalizacao-urgente-para-evitar-que-quilombolas-sejam-prejudicados-por-pesca-predatoria
Assinados pelo procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva, ofícios com pedido para a realização de uma força-tarefa de fiscalização foram encaminhados na última quinta-feira, 4 de outubro, ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e à Secretaria municipal de Meio Ambiente de Santarém.
O MPF/PA também solicitou apoio à Polícia Militar, à Polícia Civil, ao Corpo de Bombeiros e à Marinha, para acompanhamento dos trabalhos dos órgãos ambientais na fiscalização e orientação aos pescadores sobre as regras para o período de defeso. Além da fiscalização nos rios, à Secretaria municipal de Meio Ambiente de Santarém o MPF/PA pediu fiscalização nos mercados locais de venda de pescado, no prazo de 30 dias.
De acordo com depoimentos de representantes da Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS), a situação é crítica nas regiões do Maicá, Ituqui, Tapará e Urucurituba principalmente devido ao uso de malhadeiras e de outros métodos de pesca proibidos durante o defeso.
“Tão grave é a questão que os comunitários noticiam que se organizam para realizar sem o auxílio do estado a fiscalização”, alerta o procurador da República no despacho que deu base aos ofícios encaminhados aos órgãos ambientais e de segurança. “Não se pode admitir que, em um Estado de direito, a autotutela transforme-se na única saída para as populações menos favorecidas e que dependem de atividades como a pesca para sua sobrevivência”.
Nos ofícios aos órgãos ambientais e de segurança pública, o procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva ressalta a importância de que essas instituições atuem em parceria com a as lideranças comunitárias locais, como a FOQS, que têm informações detalhadas sobre as áreas e períodos mais críticos.
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 3299-0177
ascom@prpa.mpf.gov.br
http://www.prpa.mpf.gov.br
http://twitter.com/MPF_PA
http://www.facebook.com/MPFPara
fonte:
http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_indios-e-minorias/mpf-pa-quer-fiscalizacao-urgente-para-evitar-que-quilombolas-sejam-prejudicados-por-pesca-predatoria
Assinar:
Postagens (Atom)
